A verdade tem de ser dita, independentemente do meio utilizado
Caros amigos, eu, Thiago Quinteiro, estou utilizando meu blog para explicar como acabou a censura sob o veículo no qual trabalho pela administração municipal. Algumas vezes, utilizo este espaço para expor minha opinião filosófica e jornalística, mas é a primeira vez que faço isso sobre a política local. Às vezes, precisamos utilizar outros meios de comunicação para realmente trazer as nossas opiniões. Que bom!
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O verdadeiro motivo do término da Lei da Mordaça da Prefeitura de Poços contra o grupo Difusora
A Lei da Mordaça (secretários municipais e o prefeito de Poços não estavam dando entrevista ao grupo Difusora) acabou na última segunda-feira, dia 18, quando o prefeito Paulo César Silva concedeu uma entrevista para mim, na porta do Hotel Golden Park.
Até aí tudo bem, o problema foi a causa divulgada na coluna de um jornal que publica os atos oficiais do município. Lá foi citado o meu nome e deu a entender que a lei da mordaça acabou graças a bondade do prefeito que passou por cima de possíveis divergências. No entanto, fontes asseguraram que políticos do partido dos Democratas, principalmente o vereador Antônio Carlos Pereira, tiveram grande influência para que esta censura tivesse fim.
Esta semana, políticos do DEM não esconderam o afastamento político do partido com a atual administração, prova disse foi a saída da secretária municipal de Turismo, Tereza Navarro.
Portanto, quero agradecer aos políticos que contribuíram com o final da lei da mordaça e ao prefeito, por ter ouvidos estas pessoas. Isso prova que a credibilidade do jornalismo da emissora tem mais importância aos cidadãos poçoscaldenses do que se imaginava.
Para concluir, há mais coisas entre a política e a mídia do que se divulga numa coluna de um jornal. Podem ter certeza, que se depender de mim o ouvinte e a população em geral sempre ficará sabendo da verdadeira causa e efeito de tudo que acontece na cidade.
Rubens Caruso Jr. disse,
outubro 22, 2010 às 9:18 pm
Amigo Thiago,
qualquer forma de censura é deplorável e remete de imediato aos regimes de exceção -de direita ou de esquerda. Mais triste ainda foi observar a “solidariedade” que tomou conta do caso.
É preciso ficar claro que mandatos e cargos de confiança não pertencem a pessoas ou legendas, mas ao Povo e, parafraseando a Constituição Federal, em seu nome deve ser exercido.
Felizmente prevaleceu o bom senso e o interesse da população, advindo do bom jornalismo como o que vocë pratica, com seriedade e opinião.
Receba o forte abraço desse colega e meu maior respeito pela coragem.
Caruso